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Dia do Empreendedorismo Feminino: conquiste espaço, renda e autonomia

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Veja um pequeno resumo do que você encontrará neste artigo:

  • Saiba qual é a importância do Dia do Empreendedorismo Feminino; 
  • Confira dados que mostram a força das mulheres empreendedoras no mercado;
  • Conheça os principais desafios das mulheres que decidem empreender;
  • Veja dicas para começar o seu negócio com coragem e visão de futuro;
  • Conheça as soluções do PagBank que apoiam o crescimento do seu negócio;
  • Tire dúvidas sobre a data, seus significados e como ela se conecta com a sua trajetória.

O Dia do Empreendedorismo Feminino é um convite para reconhecer quem você é: uma mulher que decidiu criar, liderar e transformar realidades. É também um lembrete de que empreender, muitas vezes, é a resposta para conquistar autonomia, estabilidade e espaço em um mercado que ainda precisa aprender a ouvir mais mulheres.

Mas, claro, já avançamos. Conforme o Sebrae, somos o sétimo país com mais mulheres empreendendo no mundo. São 32 milhões, de um total de 52 milhões de pessoas tocando um negócio por aqui. E nas startups o movimento também aparece: 31% delas foram fundadas por mulheres. Para ter ideia do salto, em 2023 eram só 8,65%. 

Hoje, vamos conversar sobre o que move o empreendedorismo feminino, analisar dados que mostram o impacto das empreendedoras mulheres no Brasil, entender os desafios que ainda enfrentam e compartilhar caminhos para fortalecer a sua trajetória. Vamos lá? 

Dia do Empreendedorismo Feminino - mulher branca de cabelos cacheados em frente à banca de café da manhã na rua, com maquininha pagbank na mão

Dia do Empreendedorismo Feminino: entenda a importância dessa data

Celebrado em 19 de novembro, o Dia do Empreendedorismo Feminino é um reconhecimento da sua jornada, das escolhas que você faz todos os dias e, principalmente, dos obstáculos que você enfrenta para continuar criando, crescendo e resistindo.

Essa data existe porque o mercado ainda não trata homens e mulheres da mesma forma. Ainda hoje, liderar uma empresa sendo mulher é quebrar padrões e ter que provar competência, driblar julgamentos, equilibrar múltiplas funções e buscar visibilidade em espaços onde, muitas vezes, a voz feminina é ignorada. 

Celebrar essa data é também um ato político — de afirmação, de presença, de mudança e de debates: 

  • Por que as mulheres ainda enfrentam mais dificuldade para acessar crédito? 
  • Por que tantas empreendedoras iniciam seus negócios por necessidade e não por oportunidade? 
  • Onde estão os incentivos estruturais para a mulher que quer crescer?

 

Quando uma mulher empreende, ela movimenta a própria vida, ao mesmo tempo em que fortalece comunidades, inspira outras mulheres e transforma o cenário econômico. E é por isso que essa data importa: porque coloca as empreendedoras no centro da conversa, onde sempre deveriam estar.

O protagonismo das mulheres empreendedoras em dados

Não basta dizer que as mulheres estão empreendendo mais, é preciso mostrar como elas estão transformando o cenário econômico com números que comprovam a sua relevância. 

Hoje, o Brasil conta com cerca de 10,35 milhões de mulheres à frente de seus próprios negócios, o que representa 34% do total de empreendedores no país, segundo o Sebrae. É uma presença expressiva, que cresce mesmo diante de desafios estruturais e desigualdades históricas.

Depois de um período de retração entre 2019 e 2023, a força das empreendedoras voltou a ganhar ritmo. Em 2024, 46,8% dos novos empreendedores no país eram mulheres

Mas os dados não falam só de quantidade: falam de impacto. Empresas lideradas por mulheres têm melhor desempenho financeiro, menores índices de inadimplência (20% menos que empresas lideradas por homens, segundo a Serasa Experian) e tendem a adotar práticas mais sustentáveis e socialmente responsáveis, como aponta o Fórum Econômico Mundial. 

Todos esses números são vozes, decisões e estratégias colocadas em prática por milhões de mulheres. E mostram que investir em mulheres empreendedoras é mais do que necessário — é inteligente, sustentável e transformador.

5 principais desafios do empreendedorismo feminino

Se empreender já é desafiador por si só, ser uma mulher empreendedora no Brasil ainda exige enfrentar barreiras adicionais. As dificuldades vão além da gestão de um negócio, e estão no ambiente social, cultural e econômico em que essas mulheres estão inseridas. Mesmo com tantos avanços, o caminho ainda é desigual.

De acordo com estudos recentes, 71% das empreendedoras dizem ter dificuldade para equilibrar trabalho e vida familiar. Esse é um reflexo direto da sobrecarga mental e das responsabilidades historicamente atribuídas às mulheres. 

Além disso, 68% afirmam enfrentar preconceito ao buscar destaque no mercado, e 65% sentem que precisam provar constantemente sua capacidade para serem levadas a sério como líderes.

A seguir, listamos os principais obstáculos enfrentados pelas empreendedoras mulheres no cenário atual:

  • Machismo e sexismo: ainda presentes em diferentes setores, geram insegurança, isolamento e desvalorização da atuação feminina;
  • Acesso ao crédito: muitas mulheres encontram mais barreiras para conseguir financiamento, seja por falta de garantias, histórico bancário ou discriminação estrutural;
  • Acesso à tecnologia: a exclusão digital afeta especialmente mulheres de baixa renda, limitando o crescimento de negócios online;
  • Persistência da desigualdade racial: mulheres negras enfrentam ainda mais dificuldades para empreender com equidade;
  • Equilíbrio entre a vida familiar e profissional: a responsabilidade pelo cuidado doméstico ainda recai majoritariamente sobre elas.

 

Todos esses obstáculos acabam gerando outra questão enfrentada por muitas mulheres que empreendem: a falta de autoconfiança.

No evento Empreendedorismo Feminino, organizado pela Universa UOL em agosto de 2025 com patrocínio do PagBank, esse foi um dos temas mais abordados pelas palestrantes.

“Nós mulheres somos muito críticas conosco”, pontuou Dilma Campos, CEO da Nossa Praia. Achamos que nossas ideias não são boas o bastante ou ficamos planejando tudo nos mínimos detalhes no papel – e só no papel”. 

Para ela, esse é um dos maiores desafios que as empreendedoras enfrentam: além de prejudicar tanto a criação quanto o desenvolvimento de seus projetos, essa falta de autoconfiança tem bases estruturais muito difíceis de serem superadas – mas perseverar é fundamental.

Enfrentar esses desafios não é simples, mas é possível, e começa com o reconhecimento de que o empreendedorismo feminino precisa de mais apoio estrutural, políticas públicas e redes de fortalecimento. Quando nomeamos os obstáculos, abrimos espaço para construir soluções reais.

Como ser uma mulher empreendedora? Dicas para começar seu negócio

Começar um negócio do zero pode parecer assustador, e para muitas mulheres, essa sensação é ainda maior quando falta rede de apoio, incentivo ou referência. Mas empreender é um processo de construção, não um ponto de partida perfeito. E ninguém precisa saber tudo de início para dar o primeiro passo.

Então, se você está pensando em abrir o próprio negócio ou fazer de uma ideia sua fonte de renda, reunimos algumas orientações para te ajudar nessa caminhada: 

Supere seus medos

Sentir medo ao começar um negócio é absolutamente normal; o que não pode acontecer é você deixar que ele dite suas decisões. O medo da rejeição, do fracasso, da crítica ou da instabilidade financeira acompanha a maioria das empreendedoras, principalmente no início. 

Mas ele pode ser um indicador, porque mostra que você está saindo da zona de conforto e se aproximando de algo relevante. “Quando a gente empreende, a gente está construindo o nosso universo”, destacou Renata Malheiros Henriques, líder do Sebrae Delas, no evento da Universa UOL.

O caminho para superar esse medo está no preparo e na ação. Informe-se, teste sua ideia, converse com outras empreendedoras e entenda o mercado. Quanto mais informação e clareza você tiver, menor será a insegurança. 

E mesmo que o medo não desapareça, é possível seguir com ele ao lado, sem deixar que ele pare o seu passo.

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Não deixe para depois

A ideia perfeita que nunca sai do papel não tem impacto algum. E muitas mulheres adiam seus projetos por esperar “o momento certo”, “mais estabilidade” ou “mais tempo livre”. Acontece que esse momento ideal dificilmente chega. A melhor hora para começar é quando a ideia está te incomodando de tanto querer sair.

Não quer dizer que você deva agir por impulso, mas sim entender que o movimento gera lucidez. Comece com um piloto, com uma venda informal, com um atendimento pontual. Use essa experiência para aprender, melhorar e ajustar. Adiar indefinidamente muitas vezes é uma forma sutil de autossabotagem.

Encontre uma rede de apoio

Você não precisa e nem deve fazer tudo sozinha. Ter uma rede de apoio é acessar experiências, encurtar caminhos e construir confiança. Isso vale para as questões práticas do dia a dia, mas também para o emocional: trocar com quem entende sua realidade faz toda a diferença.

Busque grupos de mulheres empreendedoras no seu setor, participe de eventos, mentorias e comunidades online. Ter com quem compartilhar dúvidas, conquistas e estratégias fortalece a sua visão de negócio e a sua capacidade de decisão.  

Desenvolva habilidades e confie no seu potencial

Não é preciso saber tudo antes de começar, mas é indispensável estar disposta a aprender sempre. O mercado muda, assim como o comportamento do consumidor e a forma de vender. Por isso, aprender continuamente é uma ferramenta de crescimento, não um extra.

Invista em conhecimento técnico (finanças, vendas, marketing, gestão) e também no que favorece a sua postura empreendedora: comunicação, inteligência emocional, negociação. 

E, acima de tudo, confie no que você traz: sua história, sua visão e sua capacidade de adaptação são diferenciais competitivos. Como Dilma Campos reforçou no evento Empreendedorismo Feminino, a jornada empreendedora exige movimento: “A gente erra, aprende com o erro, vira o negócio e segue em frente”.

Faça networking

Networking não é só trocar cartões ou contatos em redes sociais. É estabelecer relações em que as oportunidades surgem naturalmente com base na troca e na colaboração. 

Para as mulheres, especialmente, esse movimento é ainda mais relevante, visto que o acesso a oportunidades ainda é desigual.

Converse com outras empreendedoras, parceiros, fornecedores e clientes. Ofereça valor antes de pedir algo em troca. E esteja presente: quanto mais você circula, mais você aprende e é lembrada.

Seja original e busque oportunidades de mercado

Não existe um só caminho para empreender, e seguir fórmulas prontas nem sempre é o melhor. A originalidade está em entender o que você sabe fazer, o que o mercado precisa e como essas duas coisas se conectam.

Observe o seu entorno: 

  • Que problema você resolve?
  • Que experiência só você pode oferecer? 
  • Que público está desassistido? 

 

Negócios relevantes surgem da escuta e da conexão com necessidades reais. Criar algo original não é sobre inventar do zero, mas sobre enxergar o que poucos estão vendo.

Reavalie a sua definição de sucesso

Muitas vezes, a pressão externa define o que é “ter sucesso” como empreendedora: faturar alto, crescer rápido, conquistar reconhecimento. Mas o sucesso não precisa seguir um modelo único, ele deve refletir seus próprios valores e objetivos de vida. 

Para algumas mulheres, sucesso é conciliar o trabalho com a maternidade. Para outras, é ter autonomia financeira, mesmo em um negócio de pequeno porte.

Quando suas metas estão alinhadas com aquilo que faz sentido para você, fica mais fácil tomar decisões e evitar comparações que só geram frustração. Sucesso sustentável é aquele que respeita seu ritmo, suas prioridades e o que você deseja alcançar com o seu negócio.

Aprenda a analisar dados do seu negócio

Ter sensibilidade para o cliente e criatividade para inovar são qualidades valiosas. Mas é a capacidade de interpretar dados que gera decisões mais seguras e crescimento consistente. Muitos negócios estagnam não por falta de esforço, mas por falta de análise.

Entenda seus números: custos, margem de lucro, ticket médio, retorno sobre investimento. Acompanhe indicadores de vendas, comportamento do cliente e sazonalidades. 

Mesmo em pequenos negócios, essas informações ajudam a identificar o que funciona, o que precisa mudar e onde investir. Quem empreende com base em dados, cresce com mais consistência e corre menos riscos.

Conta PJ: a parceira ideal para a empreendedora

Toda empreendedora sabe que não basta ter uma boa ideia, é preciso estrutura para colocar o negócio de pé e fazer ele crescer. Só que, muitas vezes, as mulheres enfrentam mais obstáculos para acessar ferramentas simples, como crédito, controle financeiro e suporte especializado. E é aí que o impacto de uma parceria de verdade faz diferença.

No mês em que se celebra o Dia do Empreendedorismo Feminino, o PagBank reforça seu compromisso com todas as mulheres que decidiram transformar suas ideias em negócios

Mais do que uma homenagem, oferecemos soluções práticas e acessíveis para facilitar o dia a dia da mulher empreendedora — da gestão à expansão. Porque não dá para falar em igualdade sem oferecer as ferramentas certas.

Com a Conta PJ PagBank, você tem acesso a uma série de recursos desenvolvidos para simplificar sua rotina e te ajudar a crescer com mais autonomia e segurança. Tudo 100% digital, direto no app, e pensado para quem precisa de praticidade:

 

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Perguntas frequentes sobre o dia do empreendedorismo feminino

O Dia do Empreendedorismo Feminino é uma data que desperta curiosidade e levanta questões importantes. Afinal, mais do que comemorar, esse momento convida à reflexão, à visibilidade e à valorização da mulher empreendedora. 

Abaixo, respondemos algumas das dúvidas mais comuns sobre o tema para te informar, inspirar e fortalecer ainda mais a sua jornada.

Quando é o dia do empreendedorismo feminino?

O Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino é celebrado em 19 de novembro. A data foi criada pela ONU com o objetivo de reconhecer a importância econômica e social das mulheres empreendedoras ao redor do mundo, além de incentivar ações que promovam igualdade de oportunidades no mercado. 

No Brasil, a data vem ganhando cada vez mais visibilidade, com eventos, campanhas e iniciativas voltadas ao fortalecimento do empreendedorismo entre mulheres.

O que é empreendedorismo feminino?

O empreendedorismo feminino vai muito além de abrir um CNPJ, e representa a capacidade da mulher de transformar ideias em negócios, superar barreiras estruturais e construir uma fonte de renda, autonomia e impacto social

Esse movimento também tem um papel relevante na economia: movimenta setores, gera empregos, promove inovação e fortalece comunidades.

Mas, além do lado econômico, o empreendedorismo feminino é um exercício de resistência e reinvenção. Ele acontece tanto por oportunidade quanto por necessidade — muitas mulheres empreendem como alternativa à informalidade, à desigualdade salarial ou à dificuldade de conciliar a maternidade com empregos tradicionais.

Quais são os principais desafios da mulher empreendedora?

As mulheres empreendedoras ainda enfrentam desafios que vão além da gestão de um negócio. Muitos desses obstáculos têm origem em estruturas sociais desiguais, que dificultam o acesso a recursos e reconhecimento. Os principais desafios são:

  • Dificuldade de acesso a crédito e investimento;
  • Desigualdade de gênero e preconceito no mercado;
  • Falta de rede de apoio e mentorias especializadas;
  • Excesso de responsabilidades familiares;
  • Menor presença em setores tradicionalmente dominados por homens.

 

Apesar dessas barreiras, as empreendedoras continuam avançando, criando soluções criativas e construindo caminhos próprios. Apoiar e reconhecer essas trajetórias é parte essencial da mudança. E se você está nesse caminho, saiba: você não está sozinha e tem cada vez mais espaço para crescer.

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