Você já não precisa de mais uma comparação genérica entre CDB ou poupança. Se chegou até aqui, é porque entende que deixar dinheiro na conta não basta e está buscando opções mais eficientes para investir com segurança, certo?
A poupança é conhecida por quase todo brasileiro: prática, fácil de acessar e livre de imposto de renda. Ela ainda atrai muita gente por inércia, e não por desempenho.
O CDB, por outro lado, virou porta de entrada para quem deseja rendimento real sem abrir mão da liquidez ou da previsibilidade. E em 2026, com novas regras de tributação e juros ainda altos, essa escolha ganha ainda mais vantagens.
Hoje, vamos explicar o que muda entre poupança x CDB, quanto rende um CDB por mês e qual o valor de rendimento da poupança em cenário de Selic elevada, e qual é, afinal, o melhor investimento. Vamos seguir?

CDB e poupança: saiba o que são e como funcionam
Antes de comparar rentabilidade, liquidez e tributação, é importante entender o que exatamente você está contratando quando escolhe entre um CDB ou poupança. Embora ambos sejam investimentos de renda fixa, a lógica por trás de cada um é diferente.
A poupança é uma aplicação automática, vinculada à conta bancária. Você deposita o valor e ele começa a render de acordo com regras definidas pelo Banco Central. Não há negociação de taxa, prazo ou vencimento.
O rendimento depende da Selic e da TR (Taxa Referencial), e só é creditado uma vez por mês, na chamada “data de aniversário” da aplicação.
O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um título emitido por bancos que, em termos práticos, funciona como um empréstimo que você faz à instituição financeira. Em troca, recebe juros, que podem ser prefixados, pós-fixados (normalmente atrelados ao CDI) ou híbridos (prefixado + inflação).
Há CDBs com liquidez diária, ideais para reserva de emergência, e outros com prazos definidos, que pagam mais pela imobilização do capital.
Ambos os produtos são cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que garante até R$ 250 mil por CPF/CNPJ e instituição, limitado a R$ 1 milhão em 4 anos.
Em termos de segurança, estão no mesmo nível. A diferença está no retorno e no quanto você está disposto a entender o funcionamento do produto para tomar uma decisão mais vantajosa.
Como é calculada a rentabilidade de um CDB?
A rentabilidade de um CDB depende do tipo de contrato firmado no momento da aplicação. O mais comum é o CDB pós-fixado, que tem o rendimento atrelado ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário), taxa que acompanha de perto a Selic e serve como referência para praticamente toda a renda fixa no Brasil.
Se um CDB oferece 100% do CDI e o CDI está em 14,90% ao ano, seu rendimento bruto anual será exatamente 14,90%, enquanto um CDB que paga 106% do CDI entregará 14,90% × 1,06 = 15,79% ao ano.
Também é preciso considerar o Imposto de Renda, que incide sobre o lucro da aplicação. A partir de 2026, a alíquota passa a ser única: 17,5% sobre o rendimento, independente do prazo do investimento.
Vamos ver um exemplo prático para entender melhor: se você investe R$ 10.000 em um CDB PagBank que rende 106% do CDI por 12 meses, com CDI a 14,90% ao ano, terá:
- Rentabilidade bruta: 15,79%;
- Rendimento bruto: R$ 1.579,00;
- Imposto de Renda (17,5%): R$ 276,33;
- Rendimento líquido: R$ 1.302,67;
- Total no final do período: R$ 11.302,67.
Com liquidez diária, esse valor ainda pode ser acessado a qualquer momento, mantendo o controle sobre a sua reserva ou planejamento de médio prazo.
Como é feito o cálculo de rendimento de uma poupança?
A rentabilidade da poupança depende de duas variáveis principais: a Selic, que é a taxa básica de juros da economia, e a Taxa Referencial (TR), índice calculado pelo Banco Central. O cálculo segue regras fixas:
- Se a Selic estiver acima de 8,5% ao ano: a poupança rende 0,5% ao mês + TR;
- Se a Selic estiver igual ou abaixo de 8,5% ao ano: a rentabilidade será de 70% da Selic + TR.
Atualmente, com a Selic em 14,90% ao ano, a regra aplicada é a de 0,5% ao mês + TR. Como a TR está próxima de zero, seu impacto é pequeno.
A poupança tem isenção total de IR para pessoas físicas, o que significa que todo o rendimento gerado é líquido, sem descontos. Esse é um dos poucos atrativos da aplicação, sobretudo para quem prioriza simplicidade e liquidez imediata.
Vamos ver agora quanto rendem por ano os mesmos R$ 10.000 agora aplicados na poupança, com rendimento mensal fixo de 0,5%, temos:
- Rendimento mensal: R$ 10.000 × 0,005 = R$ 50,00;
- Rendimento ao final de 12 meses (com juros compostos): R$ 10.000 × (1 + 0,005)^12 = R$ 10.616,78.
Após um ano, portanto, R$ 10 mil na poupança geram R$ 616,78 de rendimento líquido, totalizando R$ 10.616,78.
Mesmo sem Imposto de Renda, esse valor é significativamente menor que o rendimento líquido de um CDB que paga 106% do CDI com liquidez diária.
Vantagens de investir em um CDB
Se o seu objetivo é fazer o dinheiro render mais, o CDB é uma das alternativas mais eficientes da renda fixa. Ele une segurança, diversidade de prazos e rentabilidades e pode se adaptar tanto a quem está começando quanto a quem já tem metas mais estruturadas.
Os principais benefícios são:
- Rende mais que a poupança, inclusive em opções com liquidez diária;
- Proteção do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) até R$ 250 mil por CPF e por instituição;
- Diversidade de prazos e tipos de rentabilidade: prefixado, pós-fixado (CDI) ou híbrido (IPCA+);
- Acesso fácil via plataformas digitais como o app PagBank;
- Investimentos a partir de R$ 1,00, ideal para quem está começando;
- Liquidez diária em diversos produtos, com resgate a qualquer momento;
- Sem “data de aniversário”, o dinheiro rende todos os dias.
Esse conjunto faz do CDB uma opção atrativa para quem quer preservar o poder de compra, crescer o patrimônio com consistência e investir com autonomia.
Desvantagens de investir nos CDBs
Apesar das vantagens, o CDB também apresenta pontos que merecem atenção, principalmente para quem ainda está dando os primeiros passos nos investimentos:
- Incidência de Imposto de Renda sobre os rendimentos, com alíquota única de 17,5% a partir de 2026;
- IOF em resgates realizados nos primeiros 30 dias da aplicação;
- Alguns CDBs não possuem liquidez diária, exigindo que o investidor mantenha o dinheiro aplicado até o vencimento;
- Necessidade de atenção às condições de cada produto, como prazo, rentabilidade e carência mínima;
- A rentabilidade bruta pode confundir, já que a taxa divulgada ainda não considera descontos do IR.
Esses fatores não fazem do CDB uma opção ruim, mas exigem que você avalie com atenção o seu perfil e objetivo antes de aplicar.
Vantagens de investir na poupança
A poupança é um produto simples, conhecido e amplamente utilizado pelos brasileiros. Sua principal força está na facilidade de uso e na isenção de impostos, o que pode parecer vantajoso em alguns cenários. Os principais benefícios são:
- Isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas;
- Liquidez imediata, com possibilidade de saque a qualquer momento;
- Fácil de entender e movimentar, mesmo sem conhecimento financeiro;
- Garantia do FGC para até R$ 250 mil por CPF e por instituição;
- Sem taxas administrativas ou custos adicionais.
Para quem ainda não começou a investir e quer deixar o dinheiro acessível com o mínimo de esforço, a poupança funciona bem como um primeiro passo. Mas isso não significa que ela seja eficiente para fazer o patrimônio crescer.
Desvantagens de investir na poupança
Embora seja vista como segura e prática, a poupança apresenta limitações importantes para quem busca rentabilidade real. Com a Selic elevada, outras alternativas de renda fixa acabam sendo muito mais vantajosas.
Veja os principais pontos fracos:
- Rentabilidade baixa, mesmo com a Selic em alta;
- Perda do poder de compra no longo prazo, sobretudo se o rendimento for menor que a inflação;
- Rendimento só é creditado na data de aniversário da aplicação, então se o resgate for feito antes, você perde aquele rendimento do mês;
- Falta de diversidade: não há variação de prazos ou rentabilidades;
- Não acompanha o CDI, principal indicador dos investimentos de renda fixa.
A poupança continua popular, mas é importante saber que existem alternativas mais eficientes para proteger e rentabilizar o seu dinheiro, como os CDBs disponíveis no PagBank.
CDB ou Poupança: qual é a melhor escolha?
Entre CDB ou poupança, a melhor escolha depende do seu objetivo com o dinheiro, mas se a intenção for fazer o valor render com segurança, o CDB se destaca em praticamente todos os cenários.
A poupança, embora prática, tem rendimento limitado e previsível, enquanto o CDB é mais versátil e oferece retornos maiores, inclusive em aplicações de curto prazo e com liquidez diária.
Simulação de rendimento de uma poupança e CDB
Vamos comparar R$ 50 mil aplicados por 12 meses:
- Poupança
Rendimento de 0,5% ao mês, com TR zerada
Resultado ao final de 1 ano: R$ 53.083,89
Ganho líquido: R$ 3.083,89
- CDB PagBank (106% do CDI; CDI a 14,90% ao ano)
Rentabilidade bruta: 15,79% ao ano
Rentabilidade líquida (com IR de 17,5%): 13,03% ao ano
Resultado ao final de 1 ano: R$ 56.517,00
Ganho líquido: R$ 6.517,00
A diferença é clara: ao escolher um CDB PagBank, você ganha mais do que o dobro do rendimento da poupança em apenas 12 meses. Em vez de deixar o dinheiro parado, coloque seu capital para trabalhar com mais eficiência.
Leia também: Tesouro Direto ou CDB: qual a melhor opção hoje?
Tabela comparativa: CDB PagBank vs. Poupança
Antes de tomar uma decisão, vale comparar ponto a ponto o que cada opção oferece. A tabela abaixo mostra as principais diferenças entre CDB PagBank e poupança em termos de rendimento, liquidez, impostos e praticidade.
| Característica | CDB PagBank | Poupança |
| Liquidez | Diária (a partir de 1 dia de carência) | Diária, mas rendimento apenas na data de aniversário |
| Rentabilidade | Até 130% do CDI | 0,5% ao mês + TR |
| Imposto de Renda | Sim, 17,5% sobre os rendimentos a partir de 2026 | Isento para pessoas físicas |
| Segurança | Garantia do FGC até R$ 250 mil | Garantia do FGC até R$ 250 mil |
| Aplicação mínima | A partir de R$ 1,00 | Não exige valor mínimo |
| Facilidade | Investimento 100% digital pelo app PagBank | Pode exigir movimentação em agência ou internet banking |
| Rendimento diário | Sim, sem depender de “data de aniversário” | Não, rendimento só após 30 dias da aplicação |
O CDB é mais rentável, tão seguro quanto a poupança, e possibilita mais controle sobre o investimento. Especialmente com os produtos do PagBank, investir em CDB ficou fácil, acessível e digital.
Comece a investir nos CDBs PagBank!
Se você chegou até aqui, já entendeu por que o CDB rende mais que a poupança, mesmo considerando o desconto do Imposto de Renda. E com o CDB PagBank, você tem acesso a um investimento de baixo risco, rendimento diário, liquidez e aplicação mínima acessível.
Com o PagBank, você investe a partir de R$ 1,00, direto pelo app, sem burocracia e com a garantia do FGC. É ideal tanto para quem está começando quanto para quem quer diversificar com inteligência. Além disso, ao aplicar, você ainda garante um cartão de crédito internacional grátis com limite de até R$ 300 mil.
Confira as opções disponíveis:
- CDB 130% do CDI: carência de 1 dia, a partir de R$ 500,00;
- CDB 107% a 104% do CDI: prazos de 3 meses a 2 anos;
- CDB 103% do CDI: liquidez diária a partir de R$ 1,00.
E mais: o PagBank possui nota brAAA, a classificação máxima de confiança do mercado.
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“Este canal tem como única intenção fornecer um panorama sobre as diferentes categorias de produtos de investimentos disponíveis no mercado. Os conteúdos não têm o objetivo de oferecer análise de valores mobiliários ou recomendações de investimento, considerando que os produtos apresentados podem não ser adequados aos objetivos, situação financeira ou necessidades individuais de cada usuário. O PagBank se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que decorram da utilização de seu conteúdo, bem como por eventuais informações fornecidas por terceiros, que não expressam a opinião do PagBank. As projeções e preços apresentados estão sujeitos a variações e as informações podem não estar atualizadas no momento exato da consulta do material. Antes de tomar qualquer decisão, é recomendado que o leitor busque orientação financeira independente e leia atentamente os materiais técnicos relativos a cada produto.”