Se você está pensando em sair do país pela primeira vez (e mesmo que já tenha carimbado o passaporte antes), uma coisa é certa: planejar uma viagem internacional exige bem mais do que empolgação. Tem o frio na barriga, claro. Mas também tem planilha, pesquisa e decisão difícil. Qual destino cabe no bolso? Dá para parcelar em quantas vezes? Vai precisar de visto? E o seguro, é mesmo necessário?
A verdade é que a parte divertida da viagem pode e deve começar antes do embarque. Um bom planejamento ajuda a escapar de muito perrengue e também abre espaço para aproveitar melhor cada dia. Com organização, você troca o “deu ruim” pelo “valeu cada centavo”, e isso vale para qualquer destino, dos clássicos da Europa até os vizinhos da América Latina.
Hoje, vamos conversar sobre planejamento de viagem internacional, com foco no que realmente importa: como escolher o destino certo, montar o orçamento, lidar com documentos, passagens, roteiros, hospedagem e tudo o que ninguém te conta sobre como viajar para fora do Brasil gastando pouco. Boa leitura!

Quanto custa viajar para fora do Brasil?
Vamos falar de dinheiro? Antes de pensar em Torre Eiffel, sushi em Tóquio ou selfie nas montanhas do Chile, é importante colocar tudo na ponta do lápis. Viajar para o exterior envolve muitos custos além das passagens e da hospedagem, e quanto mais clareza você tiver desde o início, mais tranquilo será todo o seu planejamento.
Mas, afinal, quanto custa uma viagem internacional? A resposta é: depende, mas existem alguns valores médios que já ajudam bastante na organização do seu orçamento. Veja a seguir dois cenários bem diferentes para você começar a comparar.
Chile: paisagens diversas com bom custo-benefício
O Chile é uma das escolhas favoritas de quem faz a primeira viagem internacional. E não é à toa: é perto, não exige passaporte, tem paisagens incríveis e preços acessíveis. Em uma viagem de 7 dias, o custo pode variar bastante, mas um perfil intermediário costuma gastar cerca de R$ 6.160,00 por pessoa.
- Passagem aérea: entre R$ 1.700,00 e R$ 2.500,00 em voos diretos;
- Hospedagem: há boas opções por R$ 300,00 a R$ 815,00 por noite em hotéis 3 estrelas;
- Alimentação: espere gastar de R$ 150,00 a R$ 200,00 por dia;
- Transporte: o metrô custa cerca de R$ 5 por trecho e é eficiente. Já o aluguel de um carro sai a partir de R$ 150,00 por dia;
- Passeios: de vinícolas e museus até as estações de esqui e os desertos, os valores variam, mas muitos programas são acessíveis.
Para entrar no Chile, basta um RG em bom estado e emitido há menos de 10 anos. O seguro viagem não é obrigatório, mas é indicado, principalmente para cobrir imprevistos com saúde. É um destino prático, que entrega muito e se adapta a diferentes perfis de viajantes.
Londres
Londres é o tipo de destino que impressiona logo no primeiro dia. Das ruas históricas ao ritmo agitado da cidade, tudo convida à descoberta. Mas se tem uma coisa que não dá para ignorar é o custo: para 7 dias, vale considerar uma média de gastos a partir de R$ 10.600 por pessoa para cobrir os itens essenciais. E, dependendo do estilo de viagem, o total facilmente ultrapassa os R$ 50 mil.
Entenda como esse valor se distribui:
- Passagem aérea: cerca de R$ 4.438,00, na baixa temporada;
- Hospedagem: hotel 3 estrelas por R$ 5.800,00 a R$ 7.220,00 a semana;
- Alimentação: entre R$ 165,00 e R$ 350,00 por dia, conforme os restaurantes escolhidos;
- Transporte: o metrô custa R$ 17,00 por trecho, mas dá para usar cartões semanais, que saem mais em conta;
- Passeios: um tour pela Abadia de Westminster, Big Ben e Palácio de Buckingham custa em média R$ 449,00. O ingresso combinado para a London Eye e o Madame Tussauds sai por cerca de R$ 441,00, e o acesso à Tower Bridge fica em torno de R$ 90,00. Esses valores variam, mas ajudam a montar um roteiro realista e completo;
- Seguro viagem: obrigatório, com preços a partir de R$ 80,00 para o período;
- Documentos: é preciso ter passaporte com validade mínima de seis meses.
Londres tem muito a oferecer, e com um bom planejamento, sua viagem pode ser tão rica em experiências quanto em memórias.
Leia também: Quanto custa tirar visto para os EUA?
Como planejar uma viagem internacional?
O planejamento de uma viagem internacional serve para construir uma experiência completa, com cada etapa bem pensada: do orçamento aos documentos, das reservas às surpresas boas (e aquelas evitáveis). Vamos passar por isso juntos?
Organizamos um passo a passo com tudo o que você precisa considerar. E o melhor: com dicas práticas que cabem no seu bolso e no seu estilo de viagem.
Escolha o destino
Em vez de escolher o destino só porque está “na moda”, pare e pense no que realmente te move. Tem gente que quer conflitos culturais (como Hong Kong), outros desejam praia e descanso (que tal a Croácia?), ou um mix de história e natureza (Egito). Saber qual sensação você quer sentir vai guiar tudo — do orçamento ao ritmo da viagem.
Se o seu orçamento é mais apertado, priorize opções mais acessíveis, como os países da América do Sul, que geralmente têm voos baratos, não exigem passaporte e oferecem destinos autênticos e incríveis, como as vinícolas do Chile ou as paisagens da Argentina.
E não se esqueça do clima e dos eventos locais: se você ama festivais, é indispensável saber se vai chover no meio da folia. Se quer ver paisagens nevadas, evite datas inconsistentes com o inverno do lugar. O destino certo é aquele que faz sentido para você e para o seu bolso.
Defina o orçamento
Esse deve ser o estágio mais empolgante do seu planejamento. Pegue tudo o que já levantou de custos estimados (como passagens, hospedagem, alimentação, passeios, seguro, chip, transporte…), coloque tudo em uma planilha e comece a ajustar com base em prioridades.
- Quer economizar? Adie a viagem para a baixa temporada, com passagens até 50% mais baratas;
- Gosta de conforto, mas quer economizar? Procure pousadas com café incluso ou hostels com cozinha coletiva e divida as contas;
- Use o PagBank para juntar o dinheiro para cada etapa: milhas para passagem, caixa reserva para emergências, ferramentas de cashback para hospedagem.
O objetivo aqui é montar um plano realista e mensurável para chegar lá com o dinheiro bem organizado e sem susto!
Organize os documentos
A documentação é a base de uma viagem internacional bem-sucedida. Não adianta ter tudo planejado se, na hora do embarque, falta um papel ou sobra validade vencida.
Comece pelo que é essencial:
- Passaporte: ele precisa estar válido por pelo menos seis meses após a data de entrada no país de destino. Confira isso com antecedência e se precisar renovar, agende logo;
- Visto: nem todos os países exigem, mas os que pedem costumam ter um processo demorado. Consulte os sites oficiais e não deixe para a última hora;
- Comprovantes de hospedagem, passagens e seguro viagem: alguns países pedem esses documentos logo na imigração. Imprima tudo e salve na nuvem (Google Drive ou Dropbox, por exemplo);
- Certificados de vacinação (quando exigido), autorização para menor desacompanhado, carteira de motorista internacional (PID), e qualquer outro documento específico devem estar separados, organizados e fáceis de acessar.
Monte uma pasta física com cópias impressas e outra digital com todos os arquivos. Em caso de perda de documentos, extravio de bagagem ou emergências, esse cuidado vai te poupar tempo, estresse e dinheiro.
Compre as passagens
Comprar passagem não é sorte, é tática. E dá, sim, para pagar menos, desde que você saiba como procurar.
- Monitore os preços com antecedência: ative alertas em buscadores como Google Flights, Skyscanner e Kayak;
- Use o modo anônimo do navegador para evitar variações artificiais de preço;
- Seja flexível com datas e aeroportos: voar em uma terça ou quarta-feira sai bem mais barato do que no fim de semana, e os voos com conexão também costumam ser mais baratos do que diretos;
- Consulte canais especializados em promoções, que divulgam oportunidades que duram poucas horas, mas com economia real;
- Tem milhas acumuladas? Antes de usá-las, calcule se vale mais a pena do que pagar em dinheiro e fique atento às taxas de resgate e emissão.
Por fim, evite a alta temporada, os feriados prolongados e as férias escolares, se possível. Marcar a viagem para março ou novembro, por exemplo, reduz o custo em até 40%.
Reserve a hospedagem
A hospedagem certa economiza tempo, evita deslocamentos cansativos e reduz gastos com alimentação e transporte. Comece definindo o tipo de acomodação que faz sentido para o seu perfil: hotel tradicional, hostel, pousada, aluguel de temporada ou casa compartilhada.
A partir daí, leve em conta três fatores principais:
- Localização: hospedagens próximas aos pontos de interesse, estações de metrô ou centros comerciais facilitam a logística e reduzem o uso de transporte. Antes de fechar, jogue o endereço no mapa e simule os deslocamentos que você fará no dia a dia;
- Custo-benefício: às vezes, pagar um pouco mais por uma hospedagem bem localizada sai mais barato do que compensar com táxis e passagens extras. Fique de olho em comodidades que podem reduzir outros gastos, como café da manhã incluso, cozinha compartilhada, lavanderia e Wi-Fi de qualidade;
- Segurança e reputação: leia as avaliações recentes de outros hóspedes. Busque por comentários sobre limpeza, atendimento e barulho. Sites como Booking, Airbnb e Google Maps oferecem filtros úteis. Use a nota 8 como corte mínimo para boas experiências.
Sempre que possível, escolha opções com cancelamento gratuito para ter liberdade se mudar de ideia ou aproveitar promoções de última hora sem prejuízo.
Monte seu roteiro
Roteiro bom é aquele que equilibra o que você quer fazer, com o que você consegue fazer, dentro do tempo, do orçamento e da energia disponíveis.
- Comece pelo básico: liste os principais pontos turísticos e experiências que você não quer deixar passar. Depois, distribua por dias, considerando deslocamentos, horários de funcionamento e tempo médio em cada local;
- Use mapas para montar blocos de atrações: agrupar atividades por região economiza tempo e pernas. Em Londres, por exemplo, dá para visitar a Torre de Londres e a Tower Bridge no mesmo período. Já no Cairo, não faz sentido colocar as Pirâmides e o Mercado Khan El Khalili no mesmo turno, visto que eles estão longe um do outro;
- Deixe espaços para o improviso: evite itinerários engessados. Inclua “janelas livres” para descansar, repetir um passeio que você adorou ou lidar com imprevistos. É nesses momentos que a viagem respira;
- Cuide da ordem dos dias: prefira começar por atividades mais leves, especialmente se houver fuso horário ou cansaço do voo. Deixe as atrações mais intensas para o meio da viagem e os mais tranquilos para os últimos dias;
- Reserve com antecedência o que for indispensável: tours, ingressos para atrações com muita procura (como a London Eye ou o Museu do Louvre), shows e até restaurantes disputados devem ser comprados antes.
Monte o seu roteiro como quem está escrevendo a própria história de viagem, porque é exatamente isso que você está fazendo.
Contrate o seguro viagem
Pode parecer um detalhe dispensável, mas o seguro viagem é um item essencial, especialmente em destinos onde o atendimento médico é caro. Em alguns países, ele é obrigatório para entrar, como é o caso da maioria dos países europeus que integram o Espaço Schengen.
O que um bom seguro cobre:
- Atendimento médico e hospitalar;
- Repatriação em caso de emergência grave;
- Extravio de bagagem;
- Cancelamento ou interrupção de viagem;
- Atrasos de voos e perda de conexão.
A contratação pode ser feita online e custa cerca de R$ 10,00 a R$ 30,00 por dia, dependendo da cobertura. Uma dica extra: leia as letras miúdas.
Organize os detalhes da estadia
Com as passagens compradas, o roteiro definido e a hospedagem reservada, é hora de pensar nos pequenos ajustes que tornam a sua estadia mais prática, segura e econômica.
Ter internet no celular logo ao desembarcar facilita tudo:
- Compre um chip físico internacional no Brasil, com entrega antes da viagem;
- Opte por um eSIM, que funciona em celulares compatíveis e é ativado digitalmente;
- Adquira um chip local no país de destino, geralmente em aeroportos ou lojas de operadoras.
Pesquise a cobertura, o volume de dados e a validade do plano. Ter uma boa conexão desde o primeiro dia evita imprevistos e facilita todo o roteiro.
Dependendo do destino, você vai precisar combinar diferentes meios de transporte: trem, metrô, ônibus, aplicativos ou carro alugado.
Em grandes cidades, o transporte público costuma ser mais vantajoso. Mas se você for para regiões mais remotas ou cidades com poucos deslocamentos a pé, o aluguel de carro pode compensar. Verifique se sua CNH é aceita no país ou se precisa emitir a PID (Permissão Internacional para Dirigir). Faça a reserva com antecedência e leia com atenção as regras de franquia, caução e cobertura de seguro.
Outros ajustes úteis:
- Veja se a tomada do país exige adaptador de voltagem ou plugue;
- Leve uma moeda local em espécie para os primeiros gastos;
- Programe um despertador leve no primeiro dia, especialmente se o fuso for muito diferente;
- Confirme horário de check-in e check-out da hospedagem, e veja se há onde guardar a mala em caso de espera.
Esses detalhes não costumam chamar a atenção no planejamento, mas, na prática, são eles que evitam estresse e garantem que você possa aproveitar o melhor da sua viagem com tranquilidade.
Dicas para economizar e evitar imprevistos
Viajar para fora do Brasil não precisa significar gastar além do necessário. Com um pouco de organização e escolhas bem feitas, dá para economizar e ainda se proteger de situações que comprometem o orçamento.
Antes das dicas, um lembrete importante: imprevistos acontecem, mas quanto mais você antecipa decisões, mais controle tem sobre o que pode (ou não) sair do planejado.
- Evite a alta temporada: meses como julho, dezembro e janeiro têm preços mais altos. Prefira março, maio, setembro e novembro;
- Use alertas de preços para passagens: ative as notificações e compare os buscadores antes de comprar;
- Hospede-se fora das áreas mais turísticas: bairros um pouco mais afastados, mas com acesso ao transporte público, costumam ter preços melhores;
- Escolha hospedagens com cozinha: preparar algumas refeições reduz os gastos com restaurantes;
- Compre ingressos online com antecedência: além de evitar filas, muitos sites oferecem descontos para reservas antecipadas;
- Leve uma garrafa de água reutilizável: em muitos destinos, a água da torneira é potável;
- Troque dinheiro aos poucos: vá monitorando o câmbio e trocando em pequenas quantidades antes da viagem, para evitar surpresas;
- Use apps de transporte local: compare tarifas entre Uber, 99, Bolt ou aplicativos específicos do país;
- Tenha um cartão internacional ou conta global com IOF reduzido: isso faz diferença na cotação final;
- Monte um fundo de emergência na moeda local: mesmo que pequeno, ajuda caso surja algum gasto fora do previsto.
Perguntas frequentes sobre o planejamento de viagem internacional
Quem planeja a primeira viagem internacional sempre fica com dúvidas. São detalhes que parecem pequenos, mas que fazem toda a diferença no resultado final. Para facilitar, reunimos as perguntas mais comuns e respondemos de forma prática, sem enrolação.
Quanto tempo antes devo começar a me organizar para viajar ao exterior?
O ideal é começar o planejamento de viagem internacional com pelo menos 6 meses de antecedência. Esse prazo permite:
- Pesquisar passagens com calma e aproveitar promoções;
- Verificar documentação e renovar passaporte, se necessário;
- Solicitar visto, caso o país de destino exija;
- Guardar dinheiro aos poucos, sem comprometer o orçamento mensal;
- Reservar hospedagens com preços mais acessíveis.
O prazo pode ser menor, mas nunca menos de 2 meses, para que você organize roteiro, reservas e seguro viagem com tranquilidade.
Como juntar dinheiro para uma viagem internacional?
O segredo aqui está em tratar a viagem como um projeto financeiro. Em vez de “juntar o que sobra”, defina um valor mensal fixo para guardar até a data da viagem. Algumas dicas práticas:
- Abra uma conta digital apenas para a viagem e evite mexer nesse dinheiro;
- Use recursos como cofrinhos ou aplicações automáticas em CDBs e fundos de liquidez diária;
- Aproveite cashback de compras do dia a dia e transfira direto para a poupança da viagem;
- Converta parte do dinheiro em moeda estrangeira ao longo dos meses, para diluir os efeitos da variação do câmbio.
Com essas práticas, você não precisa ficar só na dependência de um cartão de crédito no exterior e assegura que a viagem caiba no bolso sem aperto na volta.
O que preciso para fazer uma viagem internacional?
Para sair do Brasil com tranquilidade, alguns itens são indispensáveis:
- Passaporte válido: mesmo que alguns países do Mercosul aceitem apenas o RG, o passaporte abre portas e evita restrições em viagens futuras;
- Visto, quando exigido: verifique com antecedência no site oficial da embaixada ou consulado do país;
- Passagens de ida e volta: em muitos destinos, apresentar o bilhete de retorno é condição para entrar;
- Comprovante de hospedagem ou carta-convite: serve como prova de onde você ficará hospedado;
- Seguro viagem: obrigatório em alguns países, recomendado em todos;
- Vacinas específicas: alguns destinos exigem certificado internacional, como o de febre amarela.
Prepare-se financeiramente: tenha moeda local em espécie para gastos iniciais e um cartão internacional para despesas maiores.
Quais documentos são obrigatórios para viajar internacionalmente?
A lista varia de acordo com o destino, mas os documentos básicos são:
- Passaporte e visto;
- Documento de identidade (RG) em bom estado, aceito em países do Mercosul;
- Comprovantes de passagem e hospedagem;
- Seguro viagem, obrigatório na Europa e recomendado em todos os destinos;
- Certificado internacional de vacinação (quando exigido).
Se você pretende dirigir no exterior, confira se a Permissão Internacional para Dirigir (PID) é necessária no país. E para quem viaja com crianças ou adolescentes desacompanhados de um dos pais, a autorização de viagem internacional é obrigatória.
Viajar para fora do Brasil é um sonho possível quando você se organiza. Do passaporte ao roteiro, cada detalhe conta para que a experiência seja leve e inesquecível. Mas o ponto central de todo planejamento de viagem internacional é o financeiro: juntar, controlar e gastar de forma inteligente.
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