Se você quer começar a investir em renda fixa, entender o que é CDB já te coloca no caminho certo. O Certificado de Depósito Bancário é um título emitido por bancos em que você aplica um valor e recebe esse dinheiro de volta com juros, de acordo com as condições definidas na aplicação.
É uma opção bastante procurada porque possibilita investir com diferentes prazos, valores e formas de rendimento. Muitos CDBs, inclusive, podem render mais do que a poupança, dependendo da taxa oferecida, do prazo e da tributação.
Neste conteúdo, você vai entender como funciona o CDB, qual é a relação com o CDI, quais são os principais tipos de CDB, como funciona a liquidez, a carência, o vencimento e a cobrança de impostos. Aproveite a leitura!
O que é CDB?
CDB significa Certificado de Depósito Bancário. Ele é um investimento de renda fixa emitido por bancos para captar dinheiro e financiar parte das suas operações.
Quando você aplica em um CDB, o banco recebe esse valor e se compromete a devolver o dinheiro com juros dentro das condições definidas no momento do investimento. Essas condições incluem prazo, rentabilidade, liquidez e data de vencimento.
O rendimento pode seguir uma taxa fixa, acompanhar o CDI ou combinar uma taxa com outro indicador, como o IPCA. É por isso que existem tipos de CDB para diferentes objetivos e prazos.
A aplicação também conta com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), com cobertura de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira ou conglomerado, considerando o total dos créditos elegíveis, incluindo principal e rendimentos dentro das regras da garantia. Também há um limite global de R$ 1 milhão em garantias pagas ao mesmo CPF ou CNPJ dentro de um período de quatro anos.
Resumo rápido
- O que significa CDB: Certificado de Depósito Bancário;
- Quem emite: bancos e instituições financeiras autorizadas a emitir esse tipo de título;
- Como funciona: você aplica um valor e recebe o dinheiro de volta com juros, conforme as condições do título;
- Para quem é indicado: para quem busca um investimento de renda fixa e quer escolher entre diferentes prazos, formas de rendimento e condições de resgate.
Como funciona um CDB?
Quando você investe em um CDB, empresta dinheiro para o banco por um período definido. A instituição usa esses recursos em suas operações e, em troca, paga uma remuneração de acordo com as condições apresentadas no momento da aplicação.
Antes de investir, você consegue consultar informações como prazo, tipo de rentabilidade, liquidez, carência e vencimento. Esses dados mostram quanto tempo o dinheiro deve ficar aplicado, quando o resgate pode ser feito e de que forma o rendimento será calculado.
O retorno pode ser prefixado, pós-fixado ou híbrido. Em alguns títulos, o valor pode ser resgatado com mais facilidade. Em outros, o dinheiro precisa permanecer aplicado até uma data determinada. Por isso, vale conferir as regras de cada opção antes de aplicar.
Entenda o que é CDI
O CDI, sigla para Certificado de Depósito Interbancário, está ligado aos empréstimos de curtíssimo prazo feitos entre bancos. A taxa usada nessas operações virou uma das principais referências da renda fixa no Brasil.
É por isso que você encontra tantos CDBs com rentabilidade expressa em percentuais do CDI, como 100% do CDI, 110% do CDI ou 120% do CDI. Quanto maior for esse percentual, maior tende a ser o rendimento bruto do título, sob o mesmo período e condições.
| Indicador | O que é | Como se relaciona com o CDB |
| CDI | Referência das operações de empréstimo entre bancos | Serve de base para calcular o rendimento de muitos CDBs pós-fixados |
| Selic | Taxa básica de juros da economia | Influencia o nível do CDI e, por consequência, o rendimento de vários investimentos de renda fixa |
Antes de investir, observe qual percentual do CDI o título paga, junto com prazo, liquidez e tributação. Esses fatores determinam quanto o investimento pode render até o resgate ou vencimento.
Conheça os diferentes tipos de CDB
Os tipos de CDB variam conforme a forma usada para calcular o rendimento. Entender essa diferença facilita a comparação entre as opções disponíveis e mostra como o retorno do seu dinheiro será calculado durante o prazo da aplicação.
CDB pós-fixado
No CDB pós-fixado, você combina com o banco que o rendimento vai acompanhar uma taxa de referência, normalmente o CDI.
Se você encontrar um CDB que paga 110% do CDI, o seu dinheiro vai render 110% do que o CDI acumular durante o período da aplicação:
- Se essa taxa subir, o rendimento sobe junto;
- Se cair, o retorno também acompanha a queda.
Esse é um formato bastante comum em opções com liquidez diária. Então, se você quer deixar uma parte do dinheiro rendendo e ainda resgatar quando precisar, é interessante procurar um pós-fixado com essa condição.
CDB prefixado
No CDB prefixado, você aplica já sabendo qual taxa vai receber se mantiver o dinheiro até o vencimento.
Então, se o banco oferecer 14% ao ano, mesmo que os juros da economia caiam depois, o seu título vai continuar pagando os 14% contratados.
CDB híbrido
No CDB híbrido, o combinado tem duas partes: uma acompanha a inflação e a outra é uma taxa fixa.
Se o título paga IPCA + 6% ao ano e a inflação do período ficar em 5%, o rendimento considera esses 5% mais os 6% contratados. Se o IPCA subir, essa parte do retorno sobe junto.
É um formato que normalmente aparece em investimentos de prazo maior, e cabe bem em planos de aposentadoria e compra de imóvel, por exemplo.
Qual escolher?
Use este checklist rápido e simples para comparar os tipos de CDB:
- Para dinheiro que precisa permanecer acessível, como uma reserva para imprevistos, avalie CDBs pós-fixados com liquidez diária;
- Se você tem uma data definida para usar o dinheiro e quer conhecer previamente a taxa contratada, um CDB prefixado pode entrar na comparação;
- Para objetivos de prazo mais longo e proteção contra a inflação, vale comparar CDBs híbridos atrelados ao IPCA.
Não existe um tipo de CDB que seja automaticamente o melhor para todos os objetivos.
O que é liquidez do CDB?
Antes de escolher um CDB, determine quando você vai precisar desse dinheiro de volta. É a liquidez que responde e indica quando o valor investido pode ser resgatado.
CDB com liquidez diária
No CDB com liquidez diária, você pode solicitar o resgate depois do período de carência, quando houver. No PagBank, por exemplo, há opções em que o resgate fica disponível a partir de 1 dia após a aplicação.
Se você guardar R$ 5 mil para uma emergência, enquanto nenhuma despesa aparece, o dinheiro continua rendendo. Se você precisar pagar um conserto do carro ou uma conta inesperada, consegue solicitar o resgate sem precisar esperar meses ou anos pelo vencimento.
Porém, liquidez diária não significa que todo CDB pode ser retirado no mesmo instante em que você investe. Alguns títulos têm uma carência inicial e é importante confirmar essa informação antes de aplicar.
CDB com liquidez no vencimento
Aqui, você escolhe um título com uma data para terminar e deixa o dinheiro aplicado até lá.
Se você aplicar em um CDB com vencimento em 2 anos, por exemplo, o valor fica investido durante esse período. Na data de vencimento, o dinheiro aplicado e os rendimentos são creditados de acordo com as condições do título.
Você pode separar dinheiro para uma viagem daqui a 12 meses, para a entrada de um imóvel ou qualquer outro objetivo que ainda está mais distante.
Como funciona a carência e o vencimento?
Carência e vencimento parecem a mesma coisa, mas representam momentos diferentes do investimento:
- Carência: é o tempo mínimo que o valor precisa permanecer aplicado antes de você poder pedir o resgate.
- Vencimento: é a data em que o investimento termina. Nesse momento, o banco devolve o valor aplicado junto com os rendimentos acumulados.
Um CDB pode ter, por exemplo, carência de 30 dias e vencimento em 2 anos. Nesse caso, depois dos 30 dias você terá acesso ao resgate, se o título permitir liquidez após a carência, mas a aplicação só termina de fato ao completar os 2 anos.
CDB tem imposto?
Sim, o CDB tem imposto. A parte boa é que você não precisa emitir guia nem calcular quanto pagar. O Imposto de Renda é retido na fonte, no resgate ou no vencimento. O banco faz o cálculo, desconta o valor devido e deposita o restante na sua conta.
A cobrança segue a tabela regressiva da renda fixa e o imposto incide só sobre o rendimento. O valor que você aplicou fica fora dessa conta.
| Tempo que o dinheiro ficou investido | Alíquota de IR sobre o rendimento |
| Até 180 dias | 22,5% |
| De 181 a 360 dias | 20% |
| De 361 a 720 dias | 17,5% |
| Acima de 720 dias | 15% |
Para ficar mais claro, suponha que você investiu R$ 1.000 e, depois de mais de 2 anos, teve R$ 200 de rendimento.
A alíquota nesse período é de 15%. Então, o imposto será de R$ 30, calculado sobre os R$ 200 que o investimento rendeu. O banco faz esse desconto automaticamente, e você recebe R$ 1.170 líquidos.
E o IOF?
O IOF entra na conta quando o resgate acontece antes de 30 dias. No 1º dia, por exemplo, o IOF pode chegar a 96% do rendimento. Depois, essa alíquota cai dia após dia até chegar a zero.
| Imposto | Quando é cobrado | Sobre o quê |
| Imposto de Renda | No resgate ou vencimento | Sobre o rendimento |
| IOF | Em resgates feitos antes de 30 dias | Sobre o rendimento do período |
Como declarar CDB no Imposto de Renda?
Se você estiver obrigado a apresentar a Declaração de Imposto de Renda, poderá ser necessário informar os CDBs mantidos e os respectivos rendimentos, conforme as regras aplicáveis ao exercício.
Use como referência o informe de rendimentos fornecido pela instituição financeira. É ele que deve servir de base para preencher os valores.
Passo 1: declarar os CDBs que você tinha no fim do ano
- Acesse a ficha Bens e Direitos e clique em Novo;
- Selecione o Grupo 04 – Aplicações Financeiras;
- Escolha o Código 02 – Títulos públicos e privados sujeitos à tributação (Tesouro Direto, CDB, RDB e Outros);
- Informe o CNPJ da instituição financeira onde o dinheiro está investido;
- No campo Discriminação, coloque os dados do título, da instituição e da conta. Exemplo: “CDB Banco X, sob custódia da Corretora Y, conta 12345”;
- Preencha os campos de Situação em 31/12 com os valores indicados no seu informe de rendimentos. Se você começou a investir apenas no ano da declaração, o campo do ano anterior fica zerado.
Passo 2: declarar os rendimentos recebidos
Se algum CDB venceu ou foi resgatado, o rendimento também precisa entrar na declaração:
- Acesse a ficha Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva;
- Clique em Novo;
- Selecione o Código 06 – Rendimentos de aplicações financeiras;
- Escolha se o rendimento pertence ao titular ou a um dependente;
- Informe o CNPJ e o nome da fonte pagadora;
- Digite o valor do rendimento exatamente como aparece no Informe de Rendimentos.
Use sempre o informe de rendimentos
Não é recomendado preencher esses campos com base no saldo que aparece no app ou no extrato da conta. O informe traz os dados no formato usado para a declaração e reduz o risco de informar valores diferentes dos enviados pela própria instituição à Receita Federal.
Vantagens e desvantagens do CDB
Antes de investir, coloque na balança o que esse tipo de aplicação oferece e quais cuidados entram na escolha:
Vantagens do CDB
- Pode render mais que a poupança: em determinados cenários, CDBs que pagam 100% do CDI ou mais podem superar a rentabilidade líquida da poupança, já considerando o Imposto de Renda. O resultado depende do período da aplicação, da taxa do título e das regras de remuneração da poupança;
- Tem opções para diferentes objetivos: há títulos com liquidez diária, prazos curtos, vencimentos mais longos e diferentes formas de rendimento;
- Dá para começar com pouco: no CDB PagBank, há opções com aplicação a partir de R$ 1;
- Conta com proteção do FGC: a cobertura chega a R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição ou conglomerado, respeitando o limite global de R$ 1 milhão a cada 4 anos;
- É fácil de acompanhar: pelo app, você consulta valor aplicado, rendimento, prazo e vencimento.
Pontos de atenção
- Tem cobrança de Imposto de Renda: o imposto incide sobre o rendimento e segue a tabela regressiva;
- Pode exigir carência: alguns títulos pedem um período mínimo antes do primeiro resgate;
- Há risco de perda no resgate antecipado: se o título não tiver liquidez diária e houver venda antes do vencimento, o valor recebido pode ficar abaixo do esperado e, em alguns casos, abaixo do valor investido;
- Taxas muito baixas pedem comparação: CDBs que pagam percentuais baixos do CDI podem ficar menos interessantes que a poupança depois dos impostos;
- O IOF pesa no curto prazo: resgates feitos antes de 30 dias sofrem cobrança sobre o rendimento;
- O pagamento da garantia do FGC não é necessariamente imediato: ele depende, entre outras etapas, do envio e processamento das informações dos credores após o evento que aciona a garantia.
Como escolher o melhor CDB?
Antes de bater o martelo, olhe além da taxa que aparece em destaque. Quando você vai usar o dinheiro, qual banco está emitindo o título e quanto vai sobrar depois dos impostos são fatores que ajudam a escolher melhor.
1. Comece pelo prazo
Para planos de 1 a 3 anos, como trocar de carro ou fazer uma viagem, um CDB prefixado entra bem na comparação. Em cenários de expectativa de queda de juros, um CDB prefixado permite manter até o vencimento a taxa contratada na aplicação. Ainda assim, a decisão deve considerar prazo, liquidez, risco do emissor e as alternativas disponíveis.
Já para objetivos acima de 3 anos, como aposentadoria ou compra de imóvel, os títulos atrelados ao IPCA combinam a inflação com uma taxa fixa, buscando preservar o poder de compra ao longo do tempo.
2. Avalie quem está emitindo o CDB
Ainda que o FGC garanta uma camada de proteção, a solidez do banco emissor também precisa entrar na sua análise. Uma forma de checar esse histórico é consultar dados públicos sobre lucro, patrimônio e resultados recorrentes da instituição.
O PagBank também é listado na Bolsa de Nova York (NYSE) e segue regras de governança e transparência exigidas para companhias negociadas no mercado norte-americano.
3. Compare o rendimento líquido
A taxa anunciada chama a atenção, mas o que importa para o seu bolso é quanto sobra depois dos impostos. Um CDB de 1 ano com taxa um pouco menor pode render o mesmo ou mais que um CDB de 6 meses com taxa maior, porque a alíquota do imposto cai de 20% para 17,5%.
Sempre simule o rendimento líquido (limpo, após impostos) antes de fechar o contrato.
Para ter ainda mais informações, acesse também: Como escolher o melhor CDB.
CDB ou poupança?
Veja alguns dos principais pontos de comparação entre CDB e poupança: em muitos cenários, CDBs que pagam 100% do CDI podem superar a poupança em rentabilidade líquida, mas o resultado depende do prazo, da tributação e das condições de cada investimento.
Quando a Selic está acima de 8,5% ao ano, a poupança segue a regra de 0,5% ao mês + TR. Já um CDB pós-fixado que paga 100% do CDI acompanha a variação desse indicador, que costuma ficar próximo da Selic.
| Critério | Poupança | CDB de 100% do CDI |
| Rendimento | 0,5% ao mês + TR | Acompanha 100% do CDI |
| Imposto de Renda | Isento para pessoa física | De 22,5% a 15% sobre o rendimento |
| Quando rende | Na data de aniversário de cada depósito | Acumulado nos dias úteis |
| Resgate | A qualquer momento | Conforme a liquidez do título |
| Cobertura FGC | Sim | Sim |
Acesse mais informações para fazer a comparação: CDB ou poupança: qual investimento rende mais em 2026?
CDB ou Tesouro Direto?
Escolher entre CDB ou Tesouro Direto é, no fundo, decidir para quem você vai emprestar o seu dinheiro: para um banco ou para o Governo Federal. Os dois fazem parte da renda fixa e têm opções para curto, médio e longo prazo, mas funcionam de maneiras diferentes em segurança, liquidez, custos e resgate.
| Critério | CDB | Tesouro Direto |
| Quem emite | Bancos | Governo Federal |
| Proteção | FGC, dentro dos limites da garantia | Garantia do Tesouro Nacional |
| Tipos de rendimento | Pós-fixado, prefixado e híbrido | Tesouro Selic, Prefixado e IPCA+ |
| Taxa de custódia | Geralmente sem taxa de custódia |
Taxa de custódia da B3 conforme as regras vigentes, com hipóteses de isenção
|
| Liquidez | Diária ou apenas no vencimento, conforme o título | Recompra disponível em dias úteis |
| Imposto de Renda | De 22,5% a 15% sobre o rendimento | De 22,5% a 15% sobre o rendimento |
| Valor mínimo | No CDB PagBank, há opções a partir de R$ 1 | Depende do preço e da fração mínima do título |
Para aprofundar o seu conhecimento, leia Tesouro Direto ou CDB: qual a melhor opção hoje?
Cofrinho Turbinado PagBank: conheça uma das opções disponíveis
O Cofrinho Turbinado PagBank permite separar dinheiro por objetivos e pode alcançar rentabilidade de até 130% do CDI, conforme o prazo de permanência, as faixas de rendimento e as demais condições vigentes. Em caso de resgate antecipado, a rentabilidade aplicável pode ser diferente. Consulte as regras disponíveis no app antes de investir.
Para conhecer todas as faixas de rendimento e as regras de resgate, confira o conteúdo exclusivo sobre o Cofrinho PagBank.
Invista em CDB com praticidade pelo PagBank
Se você chegou até aqui, já sabe o que precisa avaliar antes de investir. Agora falta colocar esse conhecimento para trabalhar a favor do seu dinheiro.
No app PagBank, você encontra opções para diferentes objetivos, compara prazos e rentabilidades e há opções com valores a partir de R$ 1. Também há alternativas como o Cofrinho Turbinado e CDBs que viram limite no cartão de crédito.
Tudo fica no mesmo lugar: você escolhe, aplica e acompanha pelo app. Quer começar? Confira os CDBs disponíveis no PagBank.
Perguntas frequentes sobre CDB
Confira um guia com respostas rápidas para as perguntas que mais aparecem antes de investir:
O que significa CDB?
CDB significa Certificado de Depósito Bancário. É um título de renda fixa emitido por bancos para captar recursos e pagar juros a quem investe.
CDB é seguro?
CDB rende mais que a poupança?
Qual a diferença entre CDB prefixado e pós-fixado?
No prefixado, a taxa é definida no momento da aplicação. No pós-fixado, o rendimento acompanha um indicador, geralmente o CDI.
Posso resgatar um CDB antes do vencimento?
Depende do título. Os CDBs com liquidez diária permitem resgate antes do vencimento – após a carência, quando houver. Já outros exigem que o dinheiro fique aplicado até a data final ou têm condições específicas para saída antecipada.
CDB paga Imposto de Renda?
Sim. O IR é cobrado sobre o rendimento e segue uma tabela regressiva, com alíquotas de 22,5% a 15%. Os resgates feitos antes de 30 dias também têm IOF.
O CDB possui garantia do FGC?
Sim, nos produtos elegíveis. A cobertura chega a R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição ou conglomerado, respeitando o limite global de R$ 1 milhão a cada 4 anos.
Como investir em CDB pelo PagBank?
Abra o app PagBank, acesse a área de investimentos e consulte os CDBs de renda fixa disponíveis para a sua conta. Escolha uma opção, confira as condições e siga as instruções para concluir a aplicação.
“Este canal tem como única intenção fornecer um panorama sobre as diferentes categorias de produtos de investimentos disponíveis no mercado. Os conteúdos não têm o objetivo de oferecer análise de valores mobiliários ou recomendações de investimento, considerando que os produtos apresentados podem não ser adequados aos objetivos, situação financeira ou necessidades individuais de cada usuário. O PagBank se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que decorram da utilização de seu conteúdo, bem como por eventuais informações fornecidas por terceiros, que não expressam a opinião do PagBank. As projeções e preços apresentados estão sujeitos a variações e as informações podem não estar atualizadas no momento exato da consulta do material. Antes de tomar qualquer decisão, é recomendado que o leitor busque orientação financeira independente e leia atentamente os materiais técnicos relativos a cada produto.”











